ARTE: ARQUITETA CAROLINA LIMA

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segunda-feira, 19 de julho de 2010

A REVOLUÇÃO POR INTERMÉDIO DO SEXO


No século 19, o prazer sexual era visto como algo degradante. O neuropsiquiatra alemão Krafft-Ebing, estudioso da patologia sexual, encarava a sexualidade, para as mulheres, como uma espécie de doença repugnante. No século 20, o orgasmo feminino começa a ser admitido com muita cautela. A mulher que gozava sem amor era tida como ninfomaníaca, ao passo que o homem casado que frequentava os bordéis era considerado normal. Por que ainda existe tanta repressão? O psicoterapeuta paulista J.A. Gaiarsa acredita que uma explicação possível reside no fato de que, quanto mais o indivíduo vai ampliando, aprofundando e diversificando sua vida sexual — e isso significa transgredir —, mais coragem ganha para fazer outras coisas, questionar outros valores. Começa a viver com maior vontade e decisão. Pode começar a se tornar perigoso, um revolucionário.

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