Loyola, Gabriel e ZelitoNa palestra do Cardeal Zelito no Festival Literário de Marechal Deodoro, contando histórias de beiradeiro, todos os causos narrados eram motivo de risadas e de muitos aplausos.
Todavia, teve um momento de intensa hilariedade, uma quase histeria de risos.
Foi quando ele deu notícias de que tínhamos um amigo comunista, da comunidade fubânica e do clero da Igreja Sertaneja, que era tão ortodoxo que ainda se recusava a acreditar que o muro de Berlim havia sido derrubado, que não mais existia a sigla URSS e que a Albânia era só uma saudade. E que este citado amigo vivia a assegurar que Stalin era um bom sujeito e que a televisão colorida e a internet só haviam sido implantadas no Brasil depois da posse de Lula.
A platéia riu pra lascar e a gente teve que esperar a risadagem terminar pra continuar os trabalhos.

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